Psique e Eros


(CANOVA, Antonio. Cupido e Psique)
   
 O mito de Eros e Psique é Pré-cristão registrado na era clássica grega, ainda que anteriormente existente na tradição oral. O cerne da história é a fratura existente entre o divino interior e o cotidiano exterior. O desenvolvimento psíquico feminino, temática esmiuçada nos relatos mitológicos sobre o casamento entre Eros e Psique, é subdividido em cinco partes segundo análise de Erich Neumann também referenciada por Junito Brandão:

§ Introdução

§ Núpcias de morte

§ Tentação e paixão de Psique

§ As quatro provas

A introdução ocorre nos padrões da tragédia grega, na qual a deusa Afrodite sente-se depreciada diante da mortal Psique e afere punições a rival por meio de seu filho Eros. Psique é uma mortal em conflito com as deusas, é a personificação do mundo interior expressando potenciais do reino mítico e do reino terreno. Enquanto Afrodite reina no inconsciente (simbolizado pelas águas dos mar) espelhando-lhe experiências vividas, Psique integra e suaviza a feminilidade arquetípica oceânica.

“Essa mudança do oceano de Afrodite para a terra de Psiquê é a aprogressão da primeva feminilidade oceânica para uma nova forma, mais humana. Em vez de turbilhões oceânicos, temos as incontroláveis águas de uma gota de orvalho.” (JOHNSON, Robert. p. 23.)

O conflito entre ambas é a irritação psíquica que mais contribui para crescimento da jovem. Lidar com Afrodite significa a assunção da maturidade por Psique, ou seja, deixar de ser gota de orvalho.

“[...] mexer com a fúria de divindades, ou exigir delas uma mudança, é convulsionar as fundações de nosso mundo interior.” (JOHNSON, Robert. p.16.)

Em núpcias com a morte, sequente a consulta ao oráculo de Apolo, há tema primordial da noiva consagrada a morte próprio ao mundo matrilinear casamento como projeção do elemento hostil sobre o homem.

O matrimônio e as núpcias da morte são arquétipos dos mistérios femininos: relação primordial entre filha e mãe fundamenta a identidade feminina. A aproximação do masculino pelo casamento significa afastamento/ separação da relação primordial. Para Psiquê o esposo é a própria morte e parte dela morre no dia das bodas.

“Eros extermina a ingenuidade e a inocência pueril da mulher, o que pode dar-se em qualquer época de sua vida...” (JOHNSON, Robert. p.32.)

O casamento significa um rito funeral, caracteristicamente sacrificial, pois uma etapa da vida é extinguida e morre-se para muitos aspectos femininos que viviam até então, sequentemente se é forçada a trilhar os próprios rumos de crescimento. No sentido arquetípico o homem é a morte para a mulher, e o casamento propricia ressurreição.

“Todo marido é a morte para sua esposa, porque representa a destruição da donzela que ela ainda é e a impele na direção da maturidade, como mulher.” (JOHNSON, Robert. p.30.)

As núpcias com a morte é uma vingança de Afrodite que Psique segue como que em cortejo fúnebre aceitando seu destino e sendo arrebatada ao paraíso de Eros. A consumação dos preditos pelo oráculo de Apolo é uma exigência arquetípica da relação entre a mortal e o deus.

“[...] o paradoxo da evolução: é a própria Afrodite quem condena Psiquê à morte, mas também é ela que provoca o matrimônio ao qual ela própria se opõe. É ela também que chora e range os dentes durante a cerimônia, pelas futuras perdas da liberdade, individualidade e virgindade da noiva.” (JOHNSON, Robert. p.27.)

Com casamento consumado, o êxtase paradisíaco torna-se êxtase de trevas pelo estado

de desconhecimento do amor (não visível). Eros faz o possível para manter Psique na incosnciencia, paraíso de não questionar-lhe. Vivendo no paraíso, Psique é tentada pela inveja das irmãs. As mesmas deflagram a catástrofe de quebrar o tabu e desvendar o mistério da identidade do esposo de Psique. O aparecimento das irmãs introduz pertubação no paraíso de prazeres.

“As irmãs são aquelas vozes rabugentas, [...], executando a dupla tarefa de destruir o velho e trazer o consciência do novo. Os mexericos são cenário ideal para as irmãs tecerem suas tramas destrutivas. Elas estão sempre levando a cabo seu duplo dever: desafiar o velho mundo patriarcal e obrigar a todos a se conscientizarem, o que aliás poderá custar muito mais do que elas poderiam imaginar. ” (JOHNSON, Robert. p.37.)

Ambas as irmãs odiavam os homens, e insatisfeitas com os próprios maridos expressam inveja das mulheres sexualmente satisfeitas. Desponta em Psique conflito entre o extrato matrilinear e o patrilinear: “no mesmo corpo ela odeia o monstro e ama o marido”. Os símbolos matrilineares de dominação ou autodefesa presentes no mito são: macho hostil, a mulher como vítima do esposo-monstro, o assassinato do homem e sua castração. Na estrutura patriarcal primitiva, descrita por Johnson, todo Eros imaturo é fazedor de paraísos anseando por subjulgar a mulher.

“Quase todos os homens querem exatamente isso da esposa. Se ela não fizer questão da consciência e proceder em tudo ao jeito dele, reinará na casa uma perfeita paz. Ele quer, na verdade, manter o velho sistema patriarcal do casamento, em que o homem tem o poder de decisão sobre todos os assuntos importantes, a mulher diz amém e a harmonia reina. A maioria dos homens acalenta a esperança de que as coisas aconteçam dessa forma, e, por algum tempo, realmente existe a possibilidade de que o casamento assim seja.” (JOHNSON, Robert. p.33.)

Com a visita das irmãs, Psique vai adquirindo independência em relação ao marido e a si própria. Passar a sentir falta da presença de seres humanos e a tomar conhecimento de sua feminilidade, é o ínicio da conscientização feminina. Psiquicamente a atuação das irmãs são a sombra da esposa de Eros, representam as projeções reprimidas e tendências matrilineares inconscientes.

“As irmãs perguntadoras constituem um espetáculo aterrador, pois, apesar de serem os arautos da consciência, também representam um estágio de evolução perigoso, porque se nele permanecer a mulher tornar-se-á destrutiva para o resto da vida. Mas ela também poderá ficar acorrentada à montanha da Morte por toda vida, e a imagem que terá do homem será distorcida, passando a vê-lo sempre como um terrível portador de catástrofes.” (JOHNSON, Robert. p.38.)

O conflito com Eros é a base do desenvovimento de Psique, através dele ela sairá da sombra e da servidão protestada pela consciência feminina.

“[...]a necessidade de expandir a consciência muitas vezes faz parte da sombra.” (JOHNSON, Robert. p.39.)

Após ter sucumbido à masculinidade e cair no poder do marido, a única saída para Psique era executar exigências das irmãs: matar e castrar o masculino.

“Jung descreve os elementos-sombra de uma personalidade como aquilo que foi reprimido, ou, ainda, facetas não vividas dentro da personalidade global de um indivíduo. Seja por não receberem a devida atenção, seja por não serem devidamente trabalhados, esses elementos permanecem arcaicos ou tornam-se escuros e ameaçadores. Essas potencialidades, que podem ser canalizadas para o bem ou para o mal, apesar de reprimidas, ficam no inconsciente armazenando energia. Até que, finalmente, irrompem arbitrariamente em nossa vida consciente, da mesma forma que as irmãs de Psiquê surgiram em sua vida, num momento crítico.” (JOHNSON, Robert. p.38.)

Eros opta por permanece na situação de paraíso: afasta-se de Psique e volta para perto da Grande-Mãe Afrodite, cheio de dor.

“A necessidade de evolução e crescimento – [...] – representa experiências terríveis para o homem. Ele simplesmente quer ficar no

paraíso. ” (JOHNSON, Robert. p.33.)

Na tentativa de matar Eros, aspectos femininos emergem do inconsciente de Psique. Da clausura de seu aprisionamento matrilinear, ela reconhece Eros: encontro individual com o masculino. Psique abandona o aspecto infanil de sua realidade e renuncia a matrilinearidade de ódios aos homens.

A entrega voluntária a Eros é ao mesmo tempo sacríficio e perda. Inicia-se o drama de Psique: busca da individuação. Sua feminilidade se transformou a tal ponto que ela perdeu o marido, perdeu sua imagemdiurna externa e oculta nas sombras: Eros de Afrodite se transforma no Eros de Psique (imagem visível). Psique assume seu própriodestino feminino, sua essência psíquica não estava satisfeita nas trevas.

“Se, através de seu ato, Psique toma consciência de Eros e do amor que sente pelo mesmo, este está apenas ferido, mas não conscientizado do ato de amor e separação da amante. Em Eros tão somente uma parte uma parte do processo se completou: a substância básica foi inflamada e ele arde por causa dela. Trata-se, no entanto, do início de uma transformação, mas involuntária e o deus a experimenta passivamente.”

“A ação de Psique leva á individuação, na qual, como diz Neumann, a personalidade experimenta a si mesma em relação a um parceiro como o outro, quer dizer, não somente como unida a um parceiro. A jovem fere e fere-se e, através desses ferimentos, desfaz-se o vínculo original e inconsciente que os unia, criando, todavia, a possibilidade de um novo encontro, pré-requisito do amor entre dois indivíduos.” (BRANDÃO, Junito. p.245)

Ao ver Eros na luz, Psique emparelha o princípio do amor, do encontro e da individuação com o princípio da atração e da fertilidade. Passa, também, a ter que lidar com a própria incapacidade de lidar com o grandioso elemento divino dentro (animus/ projeção) e fora de si (homem amado exatamente como ele é).

“Depois de um trágico 'caso de amor', a tarefa da mulher é traduzir a dor e o sofrimento nos degraus de seu desenvolvimento pessoal.” (JOHNSON, Robert. p.50.)

Optar pela luz em detrimento a faca é elevar a transformação, a capacidade de conscientizar-se, em detrimento a capacidade destruidora dos comentários cáusticos.

“[...] estamos cegados por nossas próprias projeções; raramente conseguimos ver com clareza e profundidade o outro ser – homem ou mulher.” (JOHNSON, Robert. p.50.)

A luz revela o verdadeiro Eros-deus, suposto marido demoníaco, e Psique fere o próprio dedo nas flechas do deus do amor: o amor individual (Psique) rebela-se contra o preceito coletivo da embriaguez sensual (Afrodite).

“Amar é encarar o outro da maneira real, simples, como o ser humano que de fato é. Amar nada tem de ilusório; é ver o indivíduo, vê-lo, mas não através de um determinado papel ou imagem que tenhamos planejado para ele. È dar valor à individualidade daquela pessoa, dentro do contexto do mundo comum.” (JOHNSON, Robert. p.50.)

Quando uma simples mortal é ferida pela flecha do deus do amor e se apaixona, a situação torna-se séria, uma simples mortal passando por uma experiência arquetípica sofrerá mudanças radicais.

“[...] quase sempre aquilo que provocou um ferimento é também um instrumento de cura.” (JOHNSON, Robert. p.67.)

Sobrevivendo ao toque divino, Psique é banida de seu paraíso. Tanto Eros quanto Psique estam feridos quando despontam para uma nova etapa psíquica.

“Se virmos Eros como o animus da mulher - [...] -, podemos dizer que ele manteve Psiquê num estado inconsciente típico de possessão de animus, até a hora em que ela acendeu a lâmpada da consciência. Fato que trouxe à luz sua verdadeira identidade e o obrigou a voar para o mundo interior a que pertence.” (JOHNSON, Robert. p.50.)

Sendo atingida por uma experiência arquetípica, a mulher desestrutura-se, recobra a ligação arquetípica e restaura seu interior. Ao enfrentar „os trabalhos‟ de Afrodite, Psique enfrenta a própria morte tomando cada tarefa como impossível para posterior renascimento. Essas tarefas são instrumentos de sua redenção.

“Quase sempre o desejo de suicidar-se mostra o início de um novo nível de consciência. Se se mata a coisa certa – a velha forma de adaptação -, sem ferimentos pessoais, uma nova era plena de energia surgirá.” (JOHNSON, Robert. p.61.)

Na primeira tarefa, com ajuda de pequenas criaturas da Terra (forças ctônicas), Psique é desafiada a ordenar a promiscuidade masculina (jornada noturna de separação de cereais). Psique tem princípio ordenador instintivo que se opõe à promiscuidade de Afrodite. Como mulher tem o papel de organizar, dar forma ao caos seletiva e criativamente.

“O feminino na mulher, ou a anima no homem, precisa selecionar e retirar o material que está no inconsciente, para trazê-lo com ordenação e lógica para o consciente.” (JOHNSON, Robert. p.72.)

Os conselhos de Pã para que Psique conquiste Eros dão sentido aos trabalhos impostos por Afrodite. A passagem de um perigo mortal a outro é o caminho na direção do amor, se conseguirmos nos guiar para fora de nós mesmos em direção a algo maior a energia selvagem será usada em nosso favorecimento. Não se deixar possuir pelo pânico é a virtude que salva Psique.

Na segunda tarefa, os carneiros de sol simbolizam o poder destrutivo masculino e correspondem ao princípio de morte experimentado pela matrililhagem. Se os enfrentasse diretamente, Psique seria destruída: o feminino não pode se defrontar com a

tirania do masculino. Após o pôr do sol, princípios masculino e feminino se aproximam, Psique pode pegar os cabelos raio (poderes masculinos de fertilização). Quando o espiríto solar masculino retorna às profundezas do feminino, este encontra o fio dourado. Usar demasiadamente a energia masculina seria devastador.

“O conhecimento primordial, ligado ao poder também primordial, tem uma capacidade instantânea de destruição.” (JOHNSON, Robert. p.50.)

Na terceira tarefa, psique foi auxiliada pela águia de Zeus para trazer água da fonte urobórica que alimenta desde o mundo ctônico aos píncaros de uma montanha. É a corrente de energia vital que não pode ser contida, nem mesmo em um jarro feminino.

A feminilidade deve se relacionar com infinitas possibilidades de vida. Cabia a mortal conter a água sem ser despedaçada pelo fluxo de poder numinoso masculino que penetra para fecundar (uróboro paternal).

“O ego que esteja tentando trazer para a vida consciente um aparte da imensidão do insconsciente deve aprender como fazê-lo, usando uma taça por vez. Do contrário, correrá o risco de ser esmagado.” (JOHNSON, Robert. p.82.)

A águia, aspecto masculino espiritual, auxilia Psique na recociliação com o masculino: carregando a jarra para a mortal. Psique pode receber e assimilar o masculino e dar-lhe forma sem ser destruída pelo numinoso. Ao transformar-se Psique transforma o amado.

“Mas o que salienta e assinala de modo ímpar o desenvolvimento da jovem princesa, é que ela executou as três primeiras tarefas indiretamente e com a cooperação do masculino, mas não como um ser masculino. ” (BRANDÃO, Junito. p.245)

Os três primeiros trabalhos são realizados em cooperação com o masculino. Psique permanece fiel à sua feminilidade ( ressaltada na quarta tarefa) e entrará em litígio com o princípio feminino central na busca de um objeto nas entranhas das trevas.

Na quarta tarefa, Afrodite concentra uma sequência de estratagemas fatais por si mesmos e antecedentes ao objetivo. Psique foi advertida pela Torre de que não sentisse piedade do Ocno, do cadáver, e das fiandeiras. No contexto de uma iniciação, esta advertência relembra a mortal da estabilidade de seu ego: firmeza e concentração em seus objetivos. A estabilidade do ego feminino é ameaçado pelas distrações da relação com o masculino. Indo ao Hades, Psique irrompe da esfera matrilinear e, consciente do amor por Eros, alcança a esfera psíquica da individuação.

“[...] quando uma mulher está a caminho de ver-se cara a cara com a deusa do reino dos mortos, precisa reunir todos os recursos e não desviá-los para outras tarefas.” (JOHNSON, Robert. p.85.)

Venciada todas as etapas, crescendo em força e sabedoria, Psique ansiando pela beleza abre a caixa de Perséfone e cai num sono semelhante a morte. Era importante não dissipar toda a energia da jornada adotando a forma de ser de Perséfone. A eterna juventude de Perséfone é a “morte”.

A morte psicológica com perda de consciência, profetizada pelo oráculo, é a passagem de um nível de evolução a outro. Psique fracassa por ser assim necessário a seu desenvolvimento, e isso lhe dá vitória.

“[...] não se deve tirar ninguém de seu sofrimento prematuramente. Se estivermos no caminho do sofrimento, ou na época estéril, talvez seja porque deveríamos mesmo passar por isso, durante algum tempo. Ao enterdermos a estrutura global do sofrimento, um trecho estéril do caminho não parecerá assim tão assustador.” (JOHNSON, Robert. p. 67.)

Neste ato ela se reconcilia com a beleza de sua natureza. Através do aperfeiçoamento de sua feminilidade e amor, Psique desencadeia a perfeita masculinidade de Eros. Se dá a redenção através do amor. Refeito de seu sofrimento, o deus toma ciência do ocorrido à mortal e recoloca o sono na caixa de Perséfone para que Psique entregue a Afrodite.

Grávida de Eros, a mortal tem um vínculo individual com o deus, e Zeus lhe concede a ânfora da imortalidade como promessa de que o amado nunca mais lhe abandonará. É o despertar da independência, encontro do amor e da consciência.

“Antes de se conscientizar de seus componentes masculinos e de compreendê-los, antes de tornar-se um todo, graças ao desenvolvimento de seu aspecto masculino, Psique encontrava-se na posição de confronto com a totalidade da Grande Mãe em seu duplo aspecto de Afrodite-Perséfone. O fim do confronto foi,

paradoxalmente, a „derrota vitoriosa‟ de seu comentado fracasso. Em função de sua derrota vitoriosa, ela recuperou não só um Eros adulto, mas ainda o contato com seu próprio self central feminino.” (BRANDÃO, Junito. p.262)

Reconciliado o masculino e o feminino, a mortal é aceita pelos deuses. A transformação pelo amor é um mistério que deifica: o lugar no Olimpo aos mortais foi conquistado por uma humana apaixonada de encontro aos deuses mortais (arquétipos da humanidade inteira).

Quando a mulher atinge pleno desenvolvimento, dá luz ao prazer, ao êxtase e a alegria.

“Do enlace Eros-Psique nasceu uma menina, que, na linguagem dos mortais, se chama Volúpia; volúpia‟ sem dúvida, mas algo muito superior à sensualidade. Talvez, na linguagem dos deuses, essa criança divina tenha recebido simplesmente o nome de mulher.” (BRANDÃO, Junito. p. 262)

Referências

BRANDÃO, Junito de Souza. Mitologia Grega volume II. 18ª edição. Petrópolis, RJ:

Vozes, 2009.

CAMPBELL, Joseph. Para viver os mitos. 4ª edição. São Paulo: Cultrix, 2006.

JOHNSON, Robert A. She: a chave do entendimento da psicologia feminina: uma

interpretação baseada no mito Eros e Psiquê. São Paulo: Mercuryo, 1993.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Dificuldades encontradas pelo professor em sua prática docente

Fundamentos da Psicologia Analítica: Primeira Conferência